I don’t want to be a product of my environment. I want my environment to be a product of me.

Título Original: The Departed (EUA, 2006)Os Infiltrados
Título no Brasil: Os Infiltrados
Onde assisti: TV, disponível nas locadoras

 

Sinopse

 

Dois homens em lados opostos da lei: um é mafioso e se infiltra no departamento de polícia de Boston; o outro é policial e se aproxima secretamente da máfia irlandesa. Quando a violência aumenta e o derramamento de sangue é inevitável, crescem também as suspeitas. Assim cada espião-duplo tem a missão de correr contra o tempo para revelar a identidade do inimigo. Refilmagem de “Conflitos Internos”, produção nipônica de grande sucesso.

 

 

Citação

Original: I don’t want to be a product of my environment. I want my environment to be a product of me.

 

Brasil: Eu não quero ser um produto do meu ambiente. Eu quero que o meu ambiente seja um produto meu.

 

Eu não quero ser um produto do meu ambiente. Eu quero que o meu ambiente seja um produto meu.

 

Talvez esteja entre as melhores frases que já ouvi em filmes. Gosto bastante da idéia de que vivemos o que “produzimos” e de que somos responsáveis por tudo ao nosso redor.

 

Afinal, o que é a nossa vida senão um reflexo de nossos pensamentos e atitudes? Eu costumo agir pensando sempre em como gostaria que outras pessoas agissem para comigo. Apesar de ser impulsivo e explosivo – às vezes – há alguns anos que venho tentando viver zen.

 

Evito fazer aos outros, o que não gostaria que fizessem a mim e tentando tornar minha micro-bolha num lugar melhor, pelo menos para mim. Sei que parece um pensamento egoísta, mas acho que ninguém consegue ser 100% altruísta, até que eu tento. Creio que antes de sermos “super-bons” com os outros devemos estar super-bem consigo mesmo.

 

Nos últimos três ou quatro anos magoei muita gente, principalmente os que são queridos para mim, mas foram mágoas não-propositais.  Pensando melhor, acho que continuo magoando – mais uma vez despropositalmente. Porém, antes que todos possam me perdoar, eu tenho que perdoar-me, e talvez isso leve um tempo. Fiz muitas besteiras e, porque não dizer, burrices em minha vida. Com algumas aprendi, outras foram acompanhadas de muitos arrependimentos, em algumas sofri e outras até me alegro de ter feito. A vida, pelo menos a minha, é como uma pesquisa antropológica, onde eu sou o principal pesquisador, mas tem um monte de gente dando “pitaco” – não me incomodo com as sugestões, só que às vezes enche. Deixem-me errar!!

 

Chega de desabafo!

 

Voltando a questão do meio. Acredito que podemos melhorar nossas bolhas de sociedade com atitudes simples – parece que virei missionário – mas com o passar dos anos descobri que posso ser absurdamente tolerante. Em algumas situações menos em outras mais. Mas minha tolerância tem aumentado com o passar dos anos. Creio que a tolerância para com os outros é algo que todos devemos cultivar – pratique.

 

Considero-me um cidadão do mundo – sim, comunista. ÊPA: comunismo não é a mesma coisa que socialismo, e é aí que todos confundem as coisas! Sim, sou totalmente a favor do capitalismo, só que poderíamos humanizá-lo mais, muito mais.

 

Não posso dizer que desejo o bem a todos – senão já teria sido beatificado – mas evito desejar o mau aos outros tentando analisar os fatos que levaram esse alguém a agir de tal forma. Filosófico, não? Mas é simples, fácil de fazer, e às vezes os resultados obtidos são sobre você mesmo. É como aquele ditado: “os defeitos que criticamos nas outras pessoas, são, no fim das contas, nossos próprios defeitos” (acho que o ditado não é bem assim, mas é, mais ou menos, isso que entendo).

 

Resumidamente, acredito que vivemos no mundo que fazemos. E, por isso, devemos tratar todos com respeito e dignidade para que possamos ser tratados do mesmo modo. E, quem sabe, levar uma vida mais leve e feliz. Eu torço para que você, você também e você aí sejam felizes.

 

Carpe diem. Seize the moment.

4 comentários até agora

Vamos por partes como nosso amigo Jack. Essa sua frase que somos o que fazemos ou vivemos no que fazemos é uma coisa muito ampla mas um dia aprendi em uma organização que temos que fazer a nossa parte independentemente do que o outro faça, e com isso trabalhamos nossa bolha, mas não é so somos egoistas, mas fazer a nossa parte é o primeiro passo para que tudo tenha um equilibrio.
Temos que dividir nossas vidas em partes. Essas partes são quase fases bem definidas com inicio, meio e fim. Muitas vezes algumas pessoas não tem o fim como os eternos moleques, velhos vivendo como jovens e por ai vai, mas normalmente as coisas tem o ciclo como um projeto. Falo isso porque estou estudando para tirar PMP, hehe.
Uma fase da vida é aquela que fazemos mais do que pensamos e as vezes temos esses atropelos com as pessoas queridas…não é verdade?
Viva a vida do jeito que ela é, e uma coisa eu posso te dizer. Sabe porque vc tem tantos amigos otimos? Porque vc é uma pessoa otima! Mentira?
Abs

Gus
23 de July de 2008 às 20:48

Gus, pelo que entendi voce concorda com meu pensamento. Nao estou falando de fazer tudo pelo mundo, mas melhorar sua micro-bolha, e ao melhorar sua bolha melhorar tambem a vida das pessoas que o cercam.

Obrigado pela parte dos bons amigos! :)

Felipe
23 de July de 2008 às 22:46

Meu chuchu,
Quero sempre estar contida na sua micro bolha, sua maneira de viver tão intensa me da forças para viver a minha vida.
Muitas saudades, gostaria de te ligar mais mas, as dívidas só aumentam então te envio comentários.
Um grande beijo

Clari
6 de August de 2008 às 10:35

Ah!não tem como meu bonequinho ser menina??

Clari
6 de August de 2008 às 10:36

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