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	<title>excitações</title>
	
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	<description>frases e citações que excitam, no mínimo, o pensamento</description>
	<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 17:04:40 +0000</pubDate>
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			<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/</creativeCommons:license><image><link>http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/</link><url>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</url><title>Some Rights Reserved</title></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/excitacoes" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId>2181829</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://www.feedburner.com</feedburner:feedburnerHostname><item>
		<title>And that it’s possible to talk to someone without any lies, with no sarcasms, no deceptions, no exaggerations or any of the things that people use to confuse the truth.</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 17:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Título Original: Powder (EUA, 1995)
Título no Brasil: Energia Pura
Onde assisti: TV, disponível nas locadoras
 
Sinopse
 
Homem leva sua mulher grávida ao hospital quando são atingidos por um raio. Ela morre após dar à luz a um menino &#8220;especial&#8221;. Quando o pai vê a criança, fica horrorizado e a rejeita. Apelidado de Powder, o menino vai viver com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><a href="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/powder.jpg"></a><a href="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/powder2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-26" style="float: left; border: 0px;" title="Powder" src="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/powder2-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a>Título Original</em></strong>: Powder (EUA, 1995)<br />
<strong><em>Título no Brasil</em></strong>: Energia Pura<br />
<strong><em>Onde assisti</em></strong>: TV, disponível nas locadoras</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Sinopse</em></strong></p>
<p> </p>
<p>Homem leva sua mulher grávida ao hospital quando são atingidos por um raio. Ela morre após dar à luz a um menino &#8220;especial&#8221;. Quando o pai vê a criança, fica horrorizado e a rejeita. Apelidado de Powder, o menino vai viver com os avós no interior. Mais tarde eles morrem, e uma psicóloga e assistente social tem a difícil missão de integrar Powder à sociedade. Já um rapaz, ele mostra que tem cultura e inteligência invejáveis. O problema está em sua aparência: sem pelos no corpo e a pele muito branca, ele é tratado como monstro e discriminado por todos. Uma psicóloga e o xerife tentam ajudá-lo. Powder revela ter um bom coração e, graças a seus poderes especiais, resolver os problemas dos seus (poucos) amigos.</p>
<p> </p>
<p><span id="more-24"></span></p>
<p><strong><em>Citação</em></strong></p>
<blockquote><p>Original: And that it&#8217;s possible to talk to someone without any lies, with no sarcasms, no deceptions, no exaggerations or any of the things that people use to confuse the truth.</p></blockquote>
<blockquote><p>Brasil: E que é possível falar com alguém sem qualquer mentira, sem sarcasmos, sem decepções, sem exageros ou qualquer outra coisa que as pessoas usam para camuflar a verdade.</p></blockquote>
<p> </p>
<p><!--more--></p>
<p><strong>E que é possível falar com alguém sem qualquer mentira, sem sarcasmos, sem decepções, sem exageros ou qualquer outra coisa que as pessoas usam para camuflar a verdade.</strong></p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Bem, passei um bom tempo sem postar nada. Tentarei reverter esta situação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Sobre o filme. Apesar de relativamente antigo gostei muito. Quem não assistiu deve alugar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Agora sobre a citação. Chamou-me muito a atenção, pois, por mais clichê que pareça, é de fato verdade. Por que será que virou parte de nossos cotidianos camuflarmos a verdade? Quem somos de verdade?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Não tenho as repostas para essas perguntas. Mas posso dizer que para nos incluirmos em um meio, qualquer que seja, camuflamos – não mentir, ocultar – o nosso verdadeiro “eu”. Será que somos tão mal ou ruins a ponto de que tenhamos que utilizar máscaras para sermos aceitos?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Daí surge outra questão, será que precisamos mesmo “fingir” um determinado comportamento para sermos aceitos? Não deveriam as pessoas nos aceitar pelo que somos e não pelo que aparentamos ser? Questionamentos e mais questionamentos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Acho que só com o passar do tempo conhecemos uma pessoa de verdade, e ainda assim me questiono se <em style="mso-bidi-font-style: normal;">de facto</em> conhecemos alguém de verdade, talvez nem nós mesmos nos conheçamos. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A vida segue e amadurecemos, quem sabe no futuro possamos ser quem realmente somos e não sermos julgados por isso?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Este post foi mais reflexivo que expositivo, mas é isso aí. Um bom recomeço.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>I don’t want to be a product of my environment. I want my environment to be a product of me.</title>
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		<comments>http://www.excitacoes.com.br/2008/07/i-dont-want-to-be-a-product-of-my-environment-i-want-my-environment-to-be-a-product-of-me/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 16:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Título Original: The Departed (EUA, 2006)
Título no Brasil: Os Infiltrados
Onde assisti: TV, disponível nas locadoras
 
Sinopse
 
Dois homens em lados opostos da lei: um é mafioso e se infiltra no departamento de polícia de Boston; o outro é policial e se aproxima secretamente da máfia irlandesa. Quando a violência aumenta e o derramamento de sangue é inevitável, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/departed_poster.jpg"></a></p>
<div class="mceTemp"><strong><em>Título Original</em></strong>: The Departed (EUA, 2006)<a href="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/departed_poster.jpg"><img class="size-medium wp-image-34 alignright" style="float: right; margin: 0px; border: 0px;" title="The Departed" src="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/departed_poster.jpg" alt="Os Infiltrados" width="202" height="300" /></a></div>
<div class="mceTemp"><strong><em>Título no Brasil</em></strong>: Os Infiltrados<br />
<strong><em>Onde assisti</em></strong>: TV, disponível nas locadoras</div>
<p> </p>
<p><strong><em>Sinopse</em></strong></p>
<p> </p>
<p>Dois homens em lados opostos da lei: um é mafioso e se infiltra no departamento de polícia de Boston; o outro é policial e se aproxima secretamente da máfia irlandesa. Quando a violência aumenta e o derramamento de sangue é inevitável, crescem também as suspeitas. Assim cada espião-duplo tem a missão de correr contra o tempo para revelar a identidade do inimigo. Refilmagem de &#8220;Conflitos Internos&#8221;, produção nipônica de grande sucesso.</p>
<p> </p>
<p><span id="more-33"></span></p>
<p> </p>
<p><strong><em>Citação</em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<blockquote><p>Original: I don&#8217;t want to be a product of my environment. I want my environment to be a product of me.</p>
<p> </p>
<p>Brasil: Eu não quero ser um produto do meu ambiente. Eu quero que o meu ambiente seja um produto meu.</p></blockquote>
<p> </p>
<p><!--more--></p>
<p><strong>Eu não quero ser um produto do meu ambiente. Eu quero que o meu ambiente seja um produto meu.</strong></p>
<p> </p>
<p>Talvez esteja entre as melhores frases que já ouvi em filmes. Gosto bastante da idéia de que vivemos o que “produzimos” e de que somos responsáveis por tudo ao nosso redor.</p>
<p> </p>
<p>Afinal, o que é a nossa vida senão um reflexo de nossos pensamentos e atitudes? Eu costumo agir pensando sempre em como gostaria que outras pessoas agissem para comigo. Apesar de ser impulsivo e explosivo – às vezes – há alguns anos que venho tentando viver zen.</p>
<p> </p>
<p>Evito fazer aos outros, o que não gostaria que fizessem a mim e tentando tornar minha micro-bolha num lugar melhor, pelo menos para mim. Sei que parece um pensamento egoísta, mas acho que ninguém consegue ser 100% altruísta, até que eu tento. Creio que antes de sermos “super-bons” com os outros devemos estar super-bem consigo mesmo.</p>
<p> </p>
<p>Nos últimos três ou quatro anos magoei muita gente, principalmente os que são queridos para mim, mas foram mágoas não-propositais.  Pensando melhor, acho que continuo magoando – mais uma vez despropositalmente. Porém, antes que todos possam me perdoar, eu tenho que perdoar-me, e talvez isso leve um tempo. Fiz muitas besteiras e, porque não dizer, burrices em minha vida. Com algumas aprendi, outras foram acompanhadas de muitos arrependimentos, em algumas sofri e outras até me alegro de ter feito. A vida, pelo menos a minha, é como uma pesquisa antropológica, onde eu sou o principal pesquisador, mas tem um monte de gente dando “pitaco” – não me incomodo com as sugestões, só que às vezes enche. Deixem-me errar!!</p>
<p> </p>
<p><strong>Chega de desabafo!</strong></p>
<p> </p>
<p>Voltando a questão do meio. Acredito que podemos melhorar nossas bolhas de sociedade com atitudes simples – parece que virei missionário – mas com o passar dos anos descobri que posso ser absurdamente tolerante. Em algumas situações menos em outras mais. Mas minha tolerância tem aumentado com o passar dos anos. Creio que a tolerância para com os outros é algo que todos devemos cultivar – pratique.</p>
<p> </p>
<p>Considero-me um cidadão do mundo – sim, comunista. ÊPA: comunismo não é a mesma coisa que socialismo, e é aí que todos confundem as coisas! Sim, sou totalmente a favor do capitalismo, só que poderíamos humanizá-lo mais, muito mais.</p>
<p> </p>
<p>Não posso dizer que desejo o bem a todos – senão já teria sido beatificado – mas evito desejar o mau aos outros tentando analisar os fatos que levaram esse alguém a agir de tal forma. Filosófico, não? Mas é simples, fácil de fazer, e às vezes os resultados obtidos são sobre você mesmo. É como aquele ditado: “os defeitos que criticamos nas outras pessoas, são, no fim das contas, nossos próprios defeitos” (acho que o ditado não é bem assim, mas é, mais ou menos, isso que entendo).</p>
<p> </p>
<p>Resumidamente, acredito que vivemos no mundo que fazemos. E, por isso, devemos tratar todos com respeito e dignidade para que possamos ser tratados do mesmo modo. E, quem sabe, levar uma vida mais leve e feliz. Eu torço para que você, você também e você aí sejam felizes.</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Carpe diem. Seize the moment.</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maybe he lied ’cause he didn’t want to tell us the truth.</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 18:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Título Original: The Wild (EUA, 2006)
Título no Brasil: Selvagem
Onde assisti: DVD, disponível nas locadoras
 
Sinopse
 
Em uma tranquila noite no zoológico de Nova York, um jovem leão chamado Ryan é enviado para a África acidentalmente e seu pai, o leão Samson, junto aos seus amigos embarcam em uma missão de resgate Um grupo de animais do zôo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/wild_ver3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-29 thickbox" style="float: right; border: 0px;" title="Selvagem" src="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/wild_ver3-202x300.jpg" alt="" width="202" height="300" /></a><strong><em>Título Original</em></strong>: The Wild (EUA, 2006)<br />
<strong><em>Título no Brasil</em></strong>: Selvagem<br />
<strong><em>Onde assisti</em></strong>: DVD, disponível nas locadoras</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Sinopse</em></strong></p>
<p> </p>
<p>Em uma tranquila noite no zoológico de Nova York, um jovem leão chamado Ryan é enviado para a África acidentalmente e seu pai, o leão Samson, junto aos seus amigos embarcam em uma missão de resgate Um grupo de animais do zôo decide se juntar para resgatar o amigo. Entre eles estão um leão mais velho, uma girafa, uma cobra pouco inteligente, um esquilo (apaixonado pela girafa) e um coala, que odeia ser chamado de “bonitinho”. </p>
<p>  </p>
<p><span id="more-28"></span></p>
<p><strong><em>Citação</em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<blockquote><p>Original: Maybe he lied &#8217;cause he didn&#8217;t want to tell us the truth.</p></blockquote>
<blockquote><p>Brasil: Talvez ele mentiu porque não queria nos contar a verdade.</p>
<p> </p>
<p><!--more--></p></blockquote>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Talvez ele mentiu porque não queria nos contar a verdade.</strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Bem, primeiramente quero de dizer que iria atualizar o site neste fim de semana que passou, mas devido a imprevistos fiquei impossibilitado. Agora ao post.</p>
<p> </p>
<p>Mentir. Quem nunca mentiu me diga que eu jogo a primeira pedra!</p>
<p> </p>
<p>Acredito que mentiras são saudáveis e até compreensíveis em certas situações. Talvez para evitar um constrangimento ou magoar alguma pessoa querida, mentimos. Pior, que mentimos tanto, mas tanto mesmo, que acabamos por acreditar em nossas próprias mentiras.</p>
<p> </p>
<p>Mas analisando por outro lado, a mentira revela um lado extremamente criativo nosso. O que seria da literatura sem a criatividade, até mesmo a nossa, mas na literatura a “mentira” é tida como ficção, e não faz mal a ninguém, já que não passa de entretenimento.</p>
<p> </p>
<p>Resumidamente, mentir não é contar uma inverdade, é simplesmente criar um conto fictício sobre algo - estou viajando. Conheço pessoas, que ao ler esse texto irão identificar-se automaticamente, mas não quero citar nomes, não é Tuca? Quem nunca viajou e ao conversar com o estranho que se sentou ao seu lado, inventou uma ficção inacreditavelmente surpreendente sobre sua vida? E quando o conto toma proporções magníficas, dignas de um filme de Hollywood? No final da viagem, você pára e pensa: “Nossa! Como eu gostaria que isso fosse verdade!”.</p>
<p> </p>
<p>O que é a ficção senão um sonho que gostaríamos de realizar? Ou melhor, um mundo em que nos sentiríamos “perfeitos” (não acredito em perfeição, mas isso é assunto para outro texto).</p>
<p> </p>
<p>Acho que vou mudar o título do blog para “orgia de pensamentos” porque, vocês já devem ter reparado, não consigo manter uma linha de pensamento. Esse é o problema de mentir – oops - ser criativo.</p>
<p> </p>
<p>Meu intuito inicial com essa citação era comentar que às vezes mentimos não para sermos melhores que outros, mas pelo simples fato de que não querermos magoar pessoas que gostamos. E nestes casos, acho que as mentiras são justificáveis – não mentiras escandalosas ou absurdas – mas “ocultações da completa verdade”.</p>
<p> </p>
<p>Tenho um conhecido que é terrível, sobre este não posso citar o nome. Mas chega a ser tão absurdo que se você inventar uma mentira constrangedora, ele consegue criar uma pior ainda, só para poder sobressair-se. É um caso de <em><strong>Pseudologia Fantástica</strong></em> – mentira patológica.</p>
<p> </p>
<p>O post ficou meio solto mas acho que estou pouco criativo hoje.</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Perfection is bliss.<br />
</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Unlikely adventures require unlikely tools.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 07:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

		<category><![CDATA[a magica loja de brinquedos]]></category>

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		<category><![CDATA[Mr. Magorium's Wonder Emporium]]></category>

		<category><![CDATA[Unlikely adventures require unlikely tools]]></category>

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		<description><![CDATA[Título Original: Mr. Magorium&#8217;s Wonder Emporium (EUA, 2007)
Título no Brasil: A Loja Mágica de Brinquedos
Onde assisti: DVD, disponível nas locadoras
 
Sinopse
 
A Loja Mágica do Sr. Magorium é um paraíso de brinquedos onde tudo ganha vida, inclusive a própria loja. Um dia o sr. Edward Magorium (Dustin Hoffman), que tem 243 anos, decide ceder o controle de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Título Original</em></strong>: Mr. Magorium&#8217;s Wonder Emporium (EUA, 2007)<br />
<strong><em>Título no Brasil</em></strong>: A Loja Mágica de Brinquedos<br />
<strong><em>Onde assisti</em></strong>: DVD, disponível nas locadoras</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Sinopse</em></strong></p>
<p> </p>
<p>A Loja Mágica do Sr. Magorium é um paraíso de brinquedos <a href="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/loja-magica-de-brinquedos-poster01.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7" style="float: right; border: 0px;" title="loja-magica-de-brinquedos-poster01" src="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/loja-magica-de-brinquedos-poster01-202x300.jpg" alt="Mr. Magorium\'s Wonder Emporium" width="202" height="300" /></a>onde tudo ganha vida, inclusive a própria loja. Um dia o sr. Edward Magorium (Dustin Hoffman), que tem 243 anos, decide ceder o controle de seu estabelecimento à insegura e jovem gerente Molly Mahoney (Natalie Portman). Quando um cético contador chamado Henry Weston (Jason Bateman) surge para fazer uma auditoria em todos os brinquedos a loja passa por uma misteriosa mudança. Os brinquedos, antes alegres e coloridos, se tornam silenciosos e acinzentados. Para recuperar o local Molly e Henry precisarão encontrar a magia existente dentro deles próprios, contando com a ajuda de Eric Applebaum (Zach Mills), um garoto de 9 anos que tem dificuldades em fazer amigos.</p>
<p> </p>
<p><span id="more-22"></span></p>
<p><strong><em>Citação</em></strong></p>
<blockquote><p>Original: Unlikely adventures require unlikely tools.</p></blockquote>
<blockquote><p>Brasil: Aventuras improváveis requerem ferramentas improváveis.</p></blockquote>
<p> </p>
<p><!--more--><strong>Aventuras improváveis requerem ferramentas improváveis.</strong></p>
<p> </p>
<p>Inicialmente este seria meu primeiro post, depois do introdutório, mas como achei que o post sobre as crianças chinesas faria mais sucesso, ademais do fato que o documentário também me tocou bastante,  o postei antes.</p>
<p> </p>
<p>Acho que a própria citação diz, por si só, muita coisa. Mas minha interpretação desta frase é bem complexa e ampla. Ainda mais que acredito que todas as situações cotidianas podem ser consideradas aventuras e, da mesma forma, as nossas ferramentas os utensílios mais comuns possíveis. Já parou para pensar no poder de uma caneta? <strong>Não desdenhe do poder das canetas!</strong></p>
<p> </p>
<p>Inteligência. Talvez a mais poderosa ferramenta que possuímos. Às vezes sou impaciente com pessoas que considero “intelectualmente menos favorecidas”, não que elas sejam menos inteligentes, mas talvez mais ignorantes. Mas sei que elas podem não ter o conhecimento que tenho sobre determinados assuntos, assim como eu não terei a sabedoria que elas têm em relação a outras coisas. Por isso tento não subestimar as pessoas.  Acredito que todos têm potencial para tudo.</p>
<p> </p>
<p>Você já sorriu hoje? Esta ferramenta, em minha opinião, é uma das mais poderosas que <strong>TODOS</strong> nós possuímos. Classificaria como a segunda mais poderosa e importante, só perdendo para a inteligência. Mesmo que você não tenha o sorriso perfeito, seu sorriso pode mudar o seu dia ou o de alguém. Pratique o sorriso, você não vai se arrepender.</p>
<p> </p>
<p>Acho que nossas amizades também são poderosas ferramentas, mas essas não dependem exclusivamente de nós mesmos. Diversas vezes me perguntaram como definiria um amigo. Algumas de minhas respostas são um tanto exageradas, mas verdadeiras. Uma delas foi “meu amigo é aquele a quem eu doaria um rim se precisasse”. Outra foi “amigos são irmãos que escolhemos”. Acho que com isso podem ver que realmente prezo as minhas amizades, e sou bastante seletivo em relação a elas. Não é qualquer um que pode ser meu amigo.</p>
<p> </p>
<p>Apesar de ter poucos, bons e verdadeiros amigos sei que posso contar com qualquer um dos meus amigos.  Esse post vai acabar gerando outro que tem tudo a ver com amizade. Eu me perdi um pouco nesse post, também meu intuito não é falar de um tema específico mas de tudo que vier a cabeça.</p>
<p> </p>
<p><strong>Até o próximo post.</strong></p>
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		<title>Code is poetry.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 06:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Título Original: WordPress (Internet, 2004)
Título no Brasil: WordPress
Onde acesso: internet, www.wordpress.org
 
Sinopse
 
O WordPress é uma plataforma semântica de vanguarda para publicação pessoal, com foco na estética, nos Padrões Web e na usabilidade. O WordPress é ao mesmo tempo um software livre e gratuito.
 

Citação
Original: Code is poetry.
Brasil: Código é poesia.
 

Código é poesia.
 
Este post não será sobre citações ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="alignright" title="http://naoaobloqueio.wordpress.com/" href="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/word1.png" target="_self"></a><strong><em>Título Original</em></strong>: WordPress (Internet, 2004)<a href="http://wordpress.org" target="_self"><img class="alignright size-full wp-image-21" style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; FLOAT: right; BORDER-LEFT: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" title="word1" src="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/word1.png" alt="" width="201" height="136" /></a><br />
<strong><em>Título no Brasil</em></strong>: WordPress<br />
<strong><em>Onde acesso</em></strong>: internet, <a href="http://www.wordpress.org">www.wordpress.org</a></p>
<p> </p>
<p><strong><em>Sinopse</em></strong></p>
<p> </p>
<p>O <strong>WordPress</strong> é uma plataforma semântica de vanguarda para publicação pessoal, com foco na estética, nos Padrões Web e na usabilidade. O WordPress é ao mesmo tempo um software livre e gratuito.</p>
<p> </p>
<p><span id="more-20"></span></p>
<p><strong><em>Citação</em></strong></p>
<blockquote><p>Original: Code is poetry.</p></blockquote>
<blockquote><p>Brasil: Código é poesia.</p>
<p> </p></blockquote>
<p><!--more--></p>
<p><strong>Código é poesia.</strong></p>
<p> </p>
<p>Este post não será sobre citações ou frases. <img src='http://www.excitacoes.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p> </p>
<p>Só queria compartilhar com vocês que ainda estou aprendendo e me familiarizando com o WordPress, o programa de postagens que utilizo. Então até tudo estar 100% peço que perdoem as tabulações e erros nas postagens.</p>
<p> </p>
<p>Estou tentando configurar para deixar tudo do jeito que eu quero.</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Valeu.</em></strong></p>
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		<title>Play it loud enough, it keeps the demons away.</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 01:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Título Original: Across the universe (EUA, 2007)
Título no Brasil: Across the universe
Onde assisti: DVD, disponível nas locadoras
 
Sinopse
 

História de amor em ritmo musical, situada em meio à luta pelos direitos civis, protestos anti-guerra e a explosão do rock nos Estados Unidos do fim dos anos 1960. Fala de um jovem inglês, Jude, que vai aos Estados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Título Original</em></strong>: Across the universe (EUA, 2007)<br />
<em><strong>Título no Brasil</strong></em>: Across the universe<br />
<strong><em>Onde assisti</em></strong>: DVD, disponível nas locadoras</p>
<p> </p>
<p><em><strong><a href="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/across-the-universe-poster01.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-14" style="float: left; border: 0px;" title="across-the-universe-poster01" src="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/across-the-universe-poster01-202x300.jpg" alt="" width="202" height="300" /></a>Sinopse</strong></em></p>
<p> </p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p>História de amor em ritmo musical, situada em meio à luta pelos direitos civis, protestos anti-guerra e a explosão do rock nos Estados Unidos do fim dos anos 1960. Fala de um jovem inglês, Jude, que vai aos Estados Unidos e se apaixona por uma garota adolescente, Lucy. Quando Max, o irmão da garota, é convocado para a guerra do Vietnã, Jude se torna ativista da paz. O filme faz uma combinação de live action (atores de carne e osso), pinturas e animações em terceira dimensão. A trilha sonora é composta por canções dos Beatles - assim como muitos dos personagens têm nomes usados nas músicas do grupo britânico.</p>
<p> </p>
<p><span id="more-13"></span></p>
<p><strong><em>Citação</em></strong></p>
<blockquote><p>Original: Play it loud enough, it keeps the demons away.</p></blockquote>
<blockquote><p>Brasil: Tocar alto demais afasta os demônios.</p></blockquote>
<p><!--more--></p>
<p><strong>Tocar alto demais afasta os demônios.</strong></p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Apesar de não ser muito fã de filmes musicais, ao contrário das peças, sempre acreditei no poder da música. Costumo dizer que a música nos acompanha em cada etapa de nossa vida, nos momentos felizes, nos mais ou menos, e principalmente, nos tristes. E para cada um desses momentos existe uma música que guardamos na memória.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Creio que ser eclético, em termos musicais, é essencial a qualquer um. Imagine. No dia em que você descobre que vai ser pai ou mãe escutar uma marcha fúnebre? É um pouco contraditório, concorda? Por isso, acho que devemos gostar de vários estilos, assim ouviremos a música que melhor se encaixe no momento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Diariamente me pego ouvindo música em um volume altíssimo, principalmente quando estou no trânsito. De vez em quando, me distraio tanto que quando olho para os carros ao lado, todos estão me olhando com cara de “quem é esse louco?”. Adoro cantar ao volante. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Como no filme, acho que música alta, pode sim espantar seus demônios e acalmar. Se nunca o fez, faça. Eu recomendo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">A trilha sonora do filme é excepcional. Também não poderia ser diferente já que são canções dos eternos The Beatles. Mas o filme em si, achei fraco. Mas quem sou eu para criticar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"><em><strong>I’ll be back. Soon.</strong></em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>The price of 10.000 you mentioned, will be OK if the child meets our requirements.</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 10:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Documentários]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
Título Original: China&#8217;s Stolen Children (Reino Unido, 2007)
Título no Brasil: As Crianças Roubadas da China
Onde assisti: TV por cabo, HBO
 
Sinopse
 
Este filme examina a trágica contrapartida da política chinesa de controle de natalidade que limita a um o número de filhos por casal e que resulta, segundo estimativas, em cerca de 70.000 crianças seqüestradas e vendidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em><a href="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/synopsis_chinalost_pic.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-11" style="vertical-align: middle;" title="synopsis_chinalost_pic" src="http://www.excitacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/07/synopsis_chinalost_pic.jpg" border="0" alt="" width="500" height="188" /></a></em></strong></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p><strong><em>Título Original</em></strong>: China&#8217;s Stolen Children (Reino Unido, 2007)<br />
<em><strong>Título no Brasil</strong></em>: As Crianças Roubadas da China<br />
<em><strong>Onde assisti</strong></em>: TV por cabo, HBO</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Sinopse</em></strong></p>
<p> </p>
<p>Este filme examina a trágica contrapartida da política chinesa de controle de natalidade que limita a um o número de filhos por casal e que resulta, segundo estimativas, em cerca de 70.000 crianças seqüestradas e vendidas anualmente no mercado negro.</p>
<p> </p>
<p><span id="more-12"></span></p>
<p><strong><em>Citação</em></strong></p>
<blockquote><p>Original: The price of 10.000 you mentioned, will be OK if the child meets our requirements.</p></blockquote>
<blockquote><p>Brasil: Os 10.000 que você mencionou está bom, se a criança atender as expectativas.</p></blockquote>
<p><!--more--></p>
<p><strong>Os 10.000 que você mencionou está bom, se a criança atender as expectativas.</strong></p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Ao ouvir esta frase no início do filme, gelei. Pelo título do documentário imaginei do que se tratava, mas não esperava que o tema &#8220;venda de crianças&#8221; fosse tão banalizado como o filme mostra ser. Até parece um produto de banca de revistas: &#8220;Mãe! Mãe! Mãe compra uma criança chinesa para mim?&#8221; &#8220;Não meu filho, hoje só figurinhas do Super-homem mesmo.&#8221;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Sempre acreditei e preguei que &#8220;todos têm seu preço&#8221;, mas não no sentido literal da coisa. Penso que a partir do momento que se tem consciência e liberdade de escolha, nos &#8220;vendemos&#8221; por produtos, salários, benefícios, cargos, etc. e estamos, sim, colocando o nosso preço. Alguns, com o tempo ficam mais caros, outros, mais baratos. Mas o que importa é que todos nós temos um preço - entendamos &#8220;todos nós&#8221; como adultos conscientes e responsáveis por suas vidas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Fiquei um pouco chocado com a banalização do valor de uma vida, ainda mais de uma criança. Crianças estão sendo vendidas na China pelo preço do meu aparelho celular aqui no Brasil!! O pior é que o governo chinês faz de conta que não vê e a polícia local faz de conta que procura os seqüestradores, sim algumas crianças são seqüestradas e vendidas a famílias com maior poder aquisitivo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Imagino o que seria da China sem o controle de natalidade, provavelmente as crianças seriam vendidas ou “seqüestradas” para países vizinhos. Apesar de todo seu crescimento econômico, podemos ver no filme que ainda há muita, mas muita, pobreza. E esta situação, da venda e seqüestro de crianças, afeta principalmente os mais humildes. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">O que mais me entristece, é o fato de que as vidas dessas crianças e famílias estão sendo destruídas pelo mero prazer egocêntrico de algumas pessoas. Fico tentando imaginar como reagiria se seqüestrassem meu sobrinho, que vai completar um ano no fim do mês, ou se minha irmã resolvesse vendê-lo por míseros R$ 2.000,00. Não consigo. É um pensamento que me parece tão distante em uma realidade absurdamente abstrata.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Realmente o documentário me fez refletir bastante sobre o assunto. Acho que todos que, como eu, acreditam que uma vida não tem preço, nem para o MasterCard, devem assistir ao filme, pois é reflexão garantida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><strong>Hasta la vista, baby.</strong></span></span></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Once upon a time…</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 01:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aleatórios]]></category>

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		<category><![CDATA[Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Era uma vez&#8230;
A grande maioria das histórias e contos de fada começa assim. E não haveria porque começar este blog de outra maneira.
Nunca fui fã de blogs, e meus conhecidos sabem disso. Ao contrário, sempre achei perda de tempo. Mas como um irmão do coração, Tuca, me disse uma vez: “Blog é a mídia do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;"><strong>Era uma vez&#8230;</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">A grande maioria das histórias e contos de fada começa assim. E não haveria porque começar este blog de outra maneira.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Nunca fui fã de blogs, e meus conhecidos sabem disso. Ao contrário, sempre achei perda de tempo. Mas como um irmão do coração, Tuca, me disse uma vez: “Blog é a mídia do futuro”. Desde então, me pergunto sobre o que escreveria se, e somente se, resolvesse criar um blog.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">O grande insight veio ontem à noite. Citações, principalmente de filmes. Não me considero um cinéfilo, muito menos crítico das produções cinematográficas. Sou um cinéfilo <em style="mso-bidi-font-style: normal;">wannabe</em>, como gosto de pensar. Costumo assistir muitos filmes, mas simplesmente pelo prazer do entretenimento. Ao fim do filme sequer lembro-me dos nomes dos atores/atrizes, e quem dirá diretores/produtores. Mas em praticamente todos os filmes, alguma das citações são tão boas que nos causam excitação e ficam na memória durante anos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Está lançado o meu próprio desafio, manter este blog vivo. <span style="mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US">E que meu último <em style="mso-bidi-font-style: normal;">post</em> não seja “<em style="mso-bidi-font-style: normal;">And they lived happily ever after&#8230;</em>”</span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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